A GAZETA DE ALGOL

"O morto do necrotério Guaron ressuscitou! Que medo!"

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Diferenças entre PSG2 e o PS2 original

Autor: Filipe Engleth Andrade

  • Assim como o primeiro remake, as cenas importantes agora são ilustradas em estilo anime (que são ao todo mais cenas ilustradas do que no primeiro remake) e os personagens foram todos redesenhados. Particularmente, gostei muito de todos, sem exceção. Vi comentários na internet de pessoas que não gostaram, mas eu particularmente adorei. Rolf tem um visual mais moderno e simpático e Nei, Amy, Anna e Shir ficaram muito bonitas. Hugh só mudou um pouco o penteado e a tonalidade da cor do cabelo. Os únicos bem diferentes são Rudo e Kain. Kain, que tinha cabelo azul, agora tem cabelo verde (ué, por que mudaram?), e Rudo é o mais diferente. Já ouvi falar que o personagem havia sido inspirado em algum ator (cujo nome não lembro agora) e que no remake o resolveram deixar mais “Elvis Presley”. Não sei se isso é verdade…
  • Acho que uma das mudanças mais interessantes e notáveis são que agora as batalhas possuem cenários! Deixamos de ter aquela estranha grade azul como cenário para todas as batalhas. No entanto, se você é saudosista, também é possível escolher entre o fundo original ou os novos cenários, através do menu de opções.
  • Ao contrário do que acontecia no original, Nei já começa com uma garra. Porém, somente uma. Você ainda precisa comprar uma outra se quiser deixá-la com as duas mãos armadas.
  • É possível deixar Nei viva! Só que não é nada fácil. Primeiro você precisa ter um save do primeiro remake já completo no mesmo Memory Card. Depois precisa começar um novo jogo e confirmar uma pergunta que o jogo faz sobre “carregar dados do jogo anterior”. Então você deve terminar o jogo uma vez e, ao encerrar, o jogo pergunta se você quer “salvar os dados concluídos”. Você deve salvar em outro bloco, e haverá um save no início do jogo, com tempo de jogo de 0:00 (o que é impossível de se fazer normalmente já que se levaria no mínimo 3 minutos até você conseguir passar a abertura e ir para o lugar onde se salva o jogo). Neste save, você precisa basicamente conseguir todos os diálogos possíveis do jogo até o momento em que enfrenta Nei First. O problema é que o jogo não te dá a menor pista se você está fazendo tudo certo ou não, e até chegar lá, você levará entre 9 a 11 horas de jogo. Ficar conversando com todo mundo em todas as cidades toda hora, falando com certas pessoas e fazendo certos eventos em ordem específica, usando a função de consulta o tempo todo e etc. é extremamente chato e eu já passei duas vezes pela frustração de chegar até Nei First, derrotá-la (por sinal você ainda precisa derrotá-la usando a Nei) e ver que algo saiu errado e não fui capaz de revivê-la. Já vi pessoas que tentaram mais de 5 vezes e ainda não conseguiram e todas ficam extremamente frustradas. Não sei por que resolveram deixar tudo assim tão difícil. Eu consegui apenas uma vez e não pretendo conseguir nunca mais. Fiz um save separado logo depois do momento em que a consigo de volta, para caso eu queira jogar de novo, não ter de refazer nada disso. Infelizmente, Nei estar viva não interfere no restante do jogo, na questão do enredo. Não há nenhuma cena de Rolf ficando feliz por ela ter voltado ou algo do tipo. A única diferença é que o cara do laboratório de clones obviamente irá cloná-la sem falar nada sobre proibição de clonagem de não-humanos e Nei ganha uma foto antes de Rolf no final do jogo. A “Arma Nei” dela é uma garra especial que ela pode trocar no Aeroporto de Skure por um item especial, falando com os gatos almiscarados. Se você revivê-la, não é possível tirá-la da sua equipe, assim como antes.
  • Se você pensava que os Text Adventures de Phantasy Star 2 não eram canônicos, que eram histórias imaginárias, falsas, não-oficiais e afins, prepara-se: eles são totalmente canônicos e o remake prova isso de todas as formas! Há um NPC que fala com Rolf sobre suas habilidades com espada em seu tempo de orfanato (como é dito no Text Adventure de Rolf). Rudo faz uma leve aparição no Text Adventure de Nei, onde dá a ela uma espécie de colar de presente. Ao conhecer Rudo, Nei diz a Rolf que tem a impressão de já tê-lo visto em algum lugar, mas não lembra onde. De fato, após certo tempo, é possível encontrar um NPC em Oputa que se lembra de ter conseguido o colar que tem através de Nei, e é então que ambos Nei e Rudo lembram-se de como se conheceram e o NPC devolve o colar para ela. Se você conseguir deixar Nei viva após o Climatrol, você pode trocar esse colar pela “Arma Nei” de Nei. Ela diz que o colar é importante pra ela e Rudo inclusive diz que por ele tudo bem se ela quiser trocar, e então ela troca. Assim como estes exemplos, também há diálogos que mencionam os outros personagens e suas ações em seus Text Adventures, como as habilidades de hacker de Kain, o roubo do quadro Opa-Opa (Opa-Opa não é o nome daquela navezinha de Fantasy Zone?) feito por Shir, etc. Por sinal, há até dois fatos curiosos. Um motaviano conta para Shir em Kueri sobre o roubo desse quadro e ela diz que já sabe. Se você falar de novo, ela diz algo como: “Por que está me olhando assim? Não fui eu que roubei!”, e o motaviano responde: “Mas eu não disse nada disso…”, e ela: “Haha, deixa pra lá.” Hahaha, malandrinha. (: Outra coisa interessante é que há um diálogo em Piata onde podemos descobrir que Kain já ouviu falar sobre Dr. Luveno, do primeiro jogo.
  • Há uma nova personagem no jogo. Não é jogável, mas que faz parte da história. Seu nome é Shelley. Ela apareceu no Text Adventure de Rolf, como empregada do governo, assim como Rolf se tornou. O governador não só da a missão de Rolf encontrar a fita no Laboratório de Biossistemas, como também de encontrar Shelley, que está desaparecida. A cada cidade visitada, você pode falar novamente com o governador (apesar de que Rolf só vai falar que não a encontrou em nenhum desses lugares). Em seu Text Adventure, é notável que Shelley é romanticamente interessada em Rolf, assim como muito provavelmente ele por ela, como o texto do jogo deixa implícito. Ele inclusive se mostra preocupado com seu paradeiro até encontrá-la. Shelley é encontrada na torre de controle de Piata, após o acidente no Climatrol, e ensina a Rolf sobre usar a técnica especial de música aprendida em Oputa no Piano que há ali, para conseguir os cartões para as represas. Ninguém nos ensinava isso no jogo anterior.
  • Alguns labirintos estão modificados. A maioria continua igual, mas não espere que os itens estejam todos nos exatos mesmos lugares, exceto pelos itens mais importantes. No entanto, alguns labirintos estão totalmente diferentes dos originais, como a Torre Nido, a Ilha de Uzo e a Torre de Controle em Piata.
  • Aqui o governador tem um nome, O’Conner, que por sinal é o mesmo nome que deram a ele no Text Adventure de Rolf.
  • É possível visitar o governador a qualquer momento do jogo, ao contrário do que acontecia no original. Se você visitá-lo após novos membros aparecerem na sua casa, ele irá falar um pouco sobre cada uma dessas pessoas. Eu sempre me questionei sobre como os outros personagens foram descobrir sobre a missão de Rolf e que talvez o governador tivesse enviado todos eles. O remake prova que o governador de fato os conhece!
  • Não existe mais aquela sala de armazenamento de itens em Paseo. Os itens agora podem ser guardados na casa de Rolf.
  • O doutor do hospital, o sujeito da loja de armaduras e aquela criatura esquisita do laboratório de Clones ficaram bem parecidos com os originais. A menina da estação de teletransporte ficou parecendo bem mais nova, e a do Centro de Processamento de Dados, ficou bem diferente (mas até bonitinha). Aquele cara de cabelo azul da loja de itens ficou meio esquisitão e a moça da loja de armas perdeu aquele jeitão bruto dela. ):
  • Nas batalhas agora podemos escolher três forças de ataque. Ataques com força 1, 2 ou 3. Força 1 garante um ataque mais rápido (evitando que os monstros ataquem antes de você), porém o ataque é fraco, recomendável apenas caso o monstro esteja à beira da morte e você não queira ser atacado antes. Força 2 é um ataque normal e Força 3 é um ataque mais forte, mas que geralmente fará seu personagem só atacar depois dos monstros.
  • Você agora recebe classificação pelas batalhas! Dependendo das técnicas que usar, de quantos turnos levar para terminar a batalha, se alguém morrer em combate, se houveram tentativas de fuga ou não, você leva uma nota diferente e isso influencia também nos pontos de experiência ganhos em batalha. Não sei exatamente quais são os quesitos cobrados para a nota da luta, mas as notas possíveis são E, D, C, B, A e S. Eu tirei pouquíssimos S e nem sei direito por quê. Se você tentar fugir da batalha e não conseguir ou se alguém morrer, você vai levar um E logo de cara. Não dá pra tirar A se você usar a opção de combate automático. Acho que tirei F uma vez, mas não tenho certeza. Talvez se você tentar fugir 20 vezes e só sobrar um vivo no final da luta, a nota seja F. (:
  • Quando um inimigo te ataca em batalha, aparece um pequeno círculo sobre sua cabeça, sendo preenchido. Se você apertar o botão Círculo no momento certo, seu personagem poderá “defender”, levando acho que 10 a 20% menos dano do que um ataque normal.
  • Os personagens agora possuem habilidades especiais que não gastam TP. Você precisa ficar defendendo por alguns turnos (a quantidade de turnos varia para cada personagem) para poder habilitá-las. A de Rolf cria um escudo que protege o grupo de qualquer ataque por alguns turnos (mas que infelizmente leva uns 6 turnos pra ser carregada); a de Nei permite recuperação total de TP de um aliado; a de Rudo permite um ataque poderoso que serve pra qualquer inimigo; a de Amy permite “reviver” alguém; a de Hugh causa uma espécie de chuva ácida que pode paralisar qualquer biomonstro; a de Anna pode curar qualquer status anormal (não lembro se de um ou todos os aliados); a de Kain permite uma poderosa explosão que serve pra todos os inimigos robóticos (não funciona com biomonstros); e a de Shir é um ataque com um tornado que atinge todos os inimigos.
  • Agora existem elementos para suas armas e seus inimigos! Você pode atribuir propriedades de fogo, gelo e afins para suas armas, causando mais ou menos danos a determinados tipos de inimigos. Alguns inimigos são mais suscetíveis a danos por certos elementos e menos a outros. Também é possível trocar de armas durante a batalha, o que lhe permite fazer armas com todos os elementos e trocar sempre que achar necessário. Porém, não só você gastaria muito dinheiro com isso, como seria um verdadeiro tédio. (:
  • Uma das melhores adições do remake é o fato de que agora você pode deixar os personagens que não estão em seu grupo treinando sozinhos! Não é mais preciso evoluir cada um individualmente. Você pode ficar sem usar alguém o jogo inteiro, e se resolver usá-lo no final, ele estará num nível razoável.
  • Além de deixar o personagem não utilizado treinando, é possível deixá-lo criando itens. É um processo meio complicado. Dependendo do grupo que estiver criando itens ou não, você receberá coisas diferentes. Por exemplo, deixando Anna e Shir criando itens, elas criam bolos especiais (inclusive um bolo chamado Bolo de Naula, aquela caverna do primeiro Phantasy Star); se for Kain e Rudo, eles criam armas, etc. O item que você irá receber depende de quantas batalhas você venceu enquanto eles estavam em casa, e isso também depende da nota recebida pelas das batalhas e vários outros fatores.
  • Não sei se isso é coisa da minha cabeça, mas parece que inseriram alguns elementos de Phantasy Star Universe nesse jogo. Os personagens têm novas magias cujos nomes são idênticos aos de técnicas de PSU, como Barta, Zonde, etc.
  • Ao contrário do primeiro remake, onde os itens que eram de todo o grupo passaram a ser individuais, aqui aconteceu o contrário. No original os itens eram individuais de cada personagem, e aqui são do grupo todo.
  • Não sei se só eu que acho isso, mas por algum motivo, achei Anna uma personagem muito ruim nesse remake. Ela tem pouquíssimas técnicas que não são muito úteis e seus ataques são muito fracos nos inimigos robóticos. Lembro que no original eu gostava dela, mas agora acho que vale muito mais a pena deixar Kain no lugar dela, pois após a chegada dos inimigos robóticos, o dano que os outros personagens com exceção de Rudo causam neles é muito baixo, e é muito importante ter outro personagem que use boas armas de fogo aqui.
  • Eu nunca me importei de usar Hugh no jogo original, mas pra mim no remake ele deixou de ser inútil. Sua técnica especial chamada Sulfur causa uma espécie de chuva ácida que paralisa todos os biomonstros e pasmem: funciona contra Dark Force! A batalha contra Dark Force fica mil vezes mais fácil utilizando essa técnica de Hugh. Quem diria, hein?
  • Paseo e Arima estão um bocado diferentes das cidades da versão original. O restante continua bem parecido.
  • Por algum motivo estranho, Kain tem roupa vermelha, aparece sempre de vermelho, inclusive nas batalhas, mas seu sprite andando na tela usa roupa laranja. Ou isso ou eu desenvolvi um novo tipo de daltonismo. (:
  • Quando você encontra Teim na Torre Nido, ela e Rolf conversam e ela passa a ser a quarta integrante do grupo, seguindo você (e usando um véu para se disfarçar), mas não aparece nas batalhas. Se você falar com as pessoas em Arima antes de ir encontrar Darum, notará algumas pessoas conversando com ela. Dá muito mais pena vê-la morrer no remake. ):
  • O livro Phantasy Star Compendium menciona que Rudo perdeu seu sorriso após a morte de seus familiares. Estranhamente, no remake há alguns diálogos que notamos ele sorrindo com certas coisas. Estranho…
  • As músicas estão um bocado diferentes. Todas são basicamente iguais e no mesmo tom das originais, mas como músico (ou viciado, fanático, ou como preferir), eu percebi que elas sofreram algumas leves mudanças de melodia. Frases de bateria, detalhes no baixo e etc. estão diferentes aqui. As músicas “Pressure”, “Noah” e “Excite Town”, por exemplo, tem um final um pouco mais “pra cima” que as originais. Apesar que gostei das novas versões, infelizmente eu acho que estragaram a música “Power” nessa versão. Assim como todas as outras ela é basicamente igual, mas acho que perdeu um pouco do sentimento de tristeza da original.
  • Assim como na versão japonesa do PS2 original, Ustvestia (que tem outro nome em japonês que não lembro qual é… acho que Abanchino), o professor de música, é abertamente homossexual e topa ensinar a técnicas Musik mais barato para rapazes, porque acha que eles são bonitinhos. Hahaha. (:
  • Motavianos e Palmanos não falam mais a mesma língua! É preciso de um item chamado Anel Motaviano para poder falar com eles (e conseqüentemente conseguir o Jet Scooter), que é conseguido após a realização de uma pequena seqüência de eventos.
  • Para conseguir o Jet Scooter, não basta apenas falar com os motavianos em Roron, você precisa comprar um Polymetryl (lembra do primeiro Phantasy Star?) com um homem em Zema pra que eles consigam encontrar o Jet Scooter no meio do lixo pra você.
  • Ao contrário do que acontecia no original, não é possível jogar o jogo todo sem ir pra casa conhecer seus novos amigos. Alguns eventos só são destravados após conhecer essas pessoas, tornando impossível prosseguir sem eles.
  • Rolf estar vivo ou não influencia em várias coisas. Você não pode entrar em casa, ir para a Torre Central em Paseo, entre outras coisas, caso Rolf esteja morto (inclusive aparece uma mensagem onde o nome japonês de Rolf aparece escrito em letras romanas como “Eusis”, confirmando que a romanização de seu nome em japonês não é “Yushis”, como alguns pensam). Nem mesmo a batalha contra Nei First pode ser feita se ele não estiver vivo.
  • O remake confirmou a suposição que muitos tinham a respeito do nome de Nei. Como Nei First significa “Nei primeira”, muitos fãs passaram a chamar nossa Nei de Nei Second (ou “Nei segunda”). No remake, Nei First chama a Nei assim, de Nei Second.
  • Nei First, na minha opinião, é de longe o chefe mais difícil do jogo. Derrotá-la é um inferno. Você precisa de muitos, mas muitos trimates e a filha da mãe ainda pode aleatoriamente recuperar todos os seus mil e tantos pontos de HP quando está prestes a morrer, te causando uma raiva maior ainda. Diferentemente do original, se você não vencê-la com Nei sozinha (coisa que as pessoas normalmente não tentam), não lutará contra ela com o resto do grupo, e sim com Rolf sozinho! Um saco…
  • No remake, quem dá a chave para atravessarmos a ponte logo após o Laboratório de Biossistemas não é a bibliotecária, e sim o governador.
  • Não é possível ir para Kueri antes de passar em Zema e pegar um item com um idoso que vive lá. A ponte para Kueri aparece quebrada até que você faça isso (provavelmente até que você conheça Anna também, mas nunca testei).
  • Em Zema, os senhores idosos deixaram de ter falas repetidas e sem nexo.
  • Alguns inimigos aqui ficaram bem mais fortes que no original, e outros mais fracos. Além disso, ao contrário do primeiro remake, a maioria dos monstros lembra bastante os do jogo original.
  • Em Piata, é necessário conversar com uma moça para conseguir saber qual das plantas da Ilha de Uzo realmente é a Árvore de Maruera correta. Se você não falar com ela e for até a árvore certa, Rolf vai falar algo como: “Não adianta, eu não sei qual é a árvore…”.
  • Rolf fala algo pra si mesmo quando está no satélite de Gaila. Se ele não estiver vivo, quem vai falar essa mesma coisa, levemente diferente, é o personagem que estiver liderando o grupo.
  • O controle vibra horrores quando o satélite está prestes a colidir com Palma!!! (:
  • Aparecem interessantes romanizações sobre os nomes dos planetas no satélite de Gaila. Romanizaram os nomes dos planetas como “Parma”, “Motabia” e “Dezolis”.
  • A movimentação dos personagens, assim como no primeiro remake, também é livre, e não mais “de quadradinho em quadradinho”. No entanto, ao usar o analógico, os personagens só se movem nas oito direções básicas, ao contrário do primeiro. Também não é mais possível apertar X para que os personagens corram, mas pelo menos suas animações de caminhada estão bem melhores que as do primeiro remake.
  • Assim como no original, achei a quantidade de treino necessária para subir de nível e conseguir mesetas para comprar novos equipamentos realmente muito alta. Chega a ser tedioso ter que ficar treinando tanto em vários momentos.
  • O nível máximo agora não é mais 50, é 99. Só que os personagens ganham nível com o dobro da rapidez (e metade da eficácia) do jogo anterior. Rolf aprendia Megid no nível 35 no original, o que, fazendo as contas, deveria ser 70 no remake, mas no remake ele aprende no nível 54, se não me engano. Shir, por exemplo, acho que só aprende Hinas (ou era Ryuka?) no nível 22, e é só depois desse nível que ela é capaz de conseguir o Visifone. Você o consegue visitando o governador e a bibliotecária várias vezes, já que não existe mais uma sala de armazenamento de itens.
  • Achei as fotos dos personagens no encerramento do jogo fantásticas! Muito bem feitas! A Amy ficou uma gata! (: A da Nei, caso você a reviva, também é muito legal, assim como de todo o restante. Já ouvi comentários maldosos na internet de que a cara de Rolf em sua foto no final faz parecer que ele está com dor de barriga, mas pessoalmente, discordo. Pra mim é o contrário. A foto de Rolf era a única que eu não gostava muito dentre as fotos do final do jogo na versão original, porque ao menos pra mim não parecia que ele estava mesmo com raiva dos humanos. Aqui ele parece realmente zangado, eu adorei.
  • Rapaz, eu tenho que falar… Algumas pessoas têm dúvidas sobre o sexo de Lutz até hoje. Sinceramente, tanto no primeiro como no segundo jogo (nas versões originais), o visual dele é meio duvidoso, serve tanto pra homem como pra mulher. Mas aqui no remake, deixaram o cara com cara de macho (no remake do primeiro também)!
  • Cérebro-Mãe agora tem uma bela animação atacando seu grupo! Mexendo os braços e tal! (:
  • Após o final do jogo, não aparece aquela nave (ou seja lá o que fosse aquilo) saindo de Dezóris, como no original. É apenas um feixe de luz. De fato, sempre foi, mas isso era duvidoso no PSII original. Isso comprova que aquilo não era uma nave partindo do planeta (talvez como gancho para PSIII), como muitos pensavam.
  • Novamente, isso é tudo o que eu consegui me lembrar. (:
jogos/psg2/diferencas.txt · Última modificação: 2012/05/19 11:27 por filipeeng