Crusader of Centy - Fate of the World
Diário de Bordo:

Saudações meninos e meninas! Se alguns de vocês tiverem medo de altura, sugiro que não leia este nono capítulo, pois Corona e sua infantaria animalesca irão para um lugar bem próximo do céu.
Após adquirir Leviathan em Root é hora de seguir para a Torre Babel e logo em seguida para o… Como era mesmo o nome do lugar…? (Checando post 07)… Há! Sim… ilha da Paz. Desculpem, além de levar a minha juventude, a idade também está me levando a memória.
Logo na entrada da Torre Babel, Pieces deixa o grupo para se transformar num invólucro filamentoso, ou seja, um casulo. Mas “num se avexem naum” porque na volta veremos que bicho resultou desse processo de alomorfia (Metamorfose).
No primeiro pavimento, o velho de bigode esta bloqueando a porta do elevador, e numa plaqueta ao lado está escrito: “fora de serviço”.
- Ótimo agora terei de ir pelas escadarias.
Esta Torre possui 11 pavimentos, sugiro que grave o progresso do game usando o F5 antes de tentar passar por cada um desses pavimentos.
Para passar do segundo pavimento, foi necessário usar Cecil. Leviathan ajuda bastante no terceiro, e Dippy no quarto. No quinto Leviathan novamente, mas muita cautela com os fogos. Apesar de parecer a coisa mais difícil da face da Terra, para passar do sexto, basta saltar em direção a presilha elástica que esta diretamente a esquerda e deixar o resto acontecer automaticamente, mas mantenha Flash “equipado” ou então não vai funcionar. No sétimo, Corona precisa pular sobre um bloco específico, para saber onde pular basta reparar que neste pavimento existe uma linha vertical que divide o lugar no meio, de um lado há uma disposição de blocos laranjados e azulados, do outro, a mesma disposição só que espelhado e com uma diferença, identifique essa diferença e pule sobre ela. No oitavo, basta encostar um bloco laranja em um dos três que certa a escada ascendente e golpear este mesmo bloco com a espada, mas antes retire os demais blocos azulados do caminho para não atrapalhar. No nono, basta montar em Dippy. No décimo, resumindo, use Leviathan com Flash e vá abrindo caminho e passando pelo mesmo o mais rápido possível, se quiser dar uma pausa para descansar, fique onde estavam os blocos quadrados. O décimo primeiro, é bem difícil para eu explicar como passar, mas é fácil de fazer, basta ir empurrando os blocos de forma a abrir caminho até a porta que esta a direita. No décimo primeiro e último pavimento, “desequipe” Flash e vá com cautela sem encostar muito nas bordas, para não cair.
Finalmente no térreo da Torre, eu coloco a semente da planta gigante no solo onde nascerá e crescerá um vegetal de forma sarmentosa e instantânea. Em seguida, basta subir por ela até a ilha da paz.
Logo na parte inicial, Corona encontra vários habitantes, eles parecem estar em sua forma espiritual, mas eu tenho minhas dúvidas, tudo o que se pode ter certeza é que ninguém tem nomes e o tempo não significa nada. Existem tanto animais quanto humanos vivendo mutuamente.
Também encontrei sacos de moedas em ilhotas isoladas na extrema esquerda e extrema direita.
Há também um jardim de flores que ficam animadas quando Corona anda por cima. Se fizer isso em cima de todas elas, Corona será recompensado.
Na próxima tela, o objetivo e chegar até a entrada central do que parece ser inicialmente um castelo, mas para isso, deve-se pressionar dois principais botões vermelhos para que a ponte que leva a essa entrada seja criada por completo.
Mas todo o cuidado é pouco, além de ter de enfrentar muitas armadilhas, aparecem também um monte de abelhas que atacam Corona, mas ao invés delas retirarem energia diretamente do nosso aprendiz de Herói, elas empurram o jovem para as nuvens. No geral, essas abelhas ou surgem do nada, ou estão em bolsas flutuantes que, quando atingidas, criam uma espécie de ponte vegetal, elas podem estar também aos montes dentro de grandes caixas. Notei também alguns lugares com pontos de exclamações e comandos. Atenção é tudo nesse lugar.
Após adentrar pelos portões principais, existirão uns inimigos alados que perseguem Corona, eles são lentos, portanto relativamente fáceis de derrotar. Mas eles não estão lá por acaso ou simplesmente para atacar nosso protagonista, eles poderão projetar suas próprias sombras sobre pontes invisíveis que surgirão quando Corona pisar em cima. Há também duas placas com dizeres enigmáticos, a primeira diz:
“O destino não pavimenta um trajeto para o homem.”
E a segunda diz:
“Esteja pela porta com o animal que mostra o trajeto. Então o trajeto abrirá…”
Fiz questão de montar esse pequeno mapa que mostra exatamente o que as duas placas querem dizer.
NOTA PESSOAL DO YOZ: Imaginem que a primeira vez que eu joguei isso, como estava todo em inglês, tive de deduzir sem entender o que estava escrito nas placas, mas o que mais me ajudou foi a sombra dos pássaros que se projetava nas pontes invisíveis no ar.
Após abrir a porta, Corona irá parar numa parte da ilha onde o clima parece estar bastante agitado, existem quatro botões que precisam ser pressionados para atrair a atenção de Mandra, um dos chefes de fase mais legais de Crusader.
Mandra é uma criatura do tipo “dragão mal encarado” que usa um escudo, uma espada e uma ponta de lança na ponta da cauda, ela ataca constantemente com a cauda e se defende com bastante freqüência com o escudo, além de lançar raios com sua espada que podem atingir Corona a distância.

Isso é que é Pokémon! Imagem extraída do manual em japonês, mas adquiridas através do site: http://jumafas.blogvideojuegos.com/2006/11/27/artworks-del-soleil/
A melhor dica que eu encontrei para atingi-la é atraindo-a para baixo, passando por ela e atacando-a pela sua diagonal superior esquerda (Arremessando a espada), e com isso evitar do escudo da criatura.
Após derrotar Mandra, vou até o portão superior só para levar uma bronca feia. Além de ser acusado de manchar com sangue este solo de paz, descubro também que foi uma força superior que deu a Corona essa habilidade de falar com os animais, talvez disfarçada ou através da própria Vidente a qual estava procurando, ela devolve a capacidade de entender os humanos, mas deixando a habilidade de falar com os animais. Tudo isso parece ter sido um ardil com o propósito de ensinar aos humanos uma importante lição que, por sinal, ainda não aprenderam. Corona é submetido à um novo teste que parece ter relação com os pecados passados dos humanos. Parece-me também que toda a humanidade será julgada dependendo de como Corona se sair.
Após receber esse novo desafio, Corona retorna à entrada da Torre Babel, ao falar com o trabalhador, Pieces, que estava adormecido em forma de casulo, se torna Monarchy, uma borboleta que quando “equipada” permite a Corona controlar a trajetória da espada quando arremessada.
Ao recrutar novamente Pieces ao grupo, é só atingir a alavanca com a espada e seguir caminho.
Falando com os Artesões, descubro que está nevando em Iris, irei até lá para ver o que está acontecendo. Mas isso fica para outro post de Crusader of Centy.
Até a próxima crianças!

























































