A GAZETA DE ALGOL

"O morto do necrotério Guaron ressuscitou! Que medo!"

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O corruptor

Autor: Joel Fagin
Tradutor: Orakio Rob

Dark force é, antes de mais nada, um corruptor, seja ao corromper fisicamente o DNA de animais inocentes, ou ao corromper emocionalmente as pessoas para que elas se tornem suas marionetes, ou corrompendo a tecnologia para que esta trabalhe para ele. Então, depois da perda de Lassic, por quê ele não tentou Alis? Ela teria sido perfeita para ele. Talvez algumas coisas tenham se perdido na história. Ou, talvez, algumas estivessem além do alcance de jogos primitivos de computador.

Abra uma fenda em sua percepção da história de Phantasy Star 1 entre a abertura da porta que levava a Dark Force e a batalha. Agora atenha-se a essa fenda…

O corruptor

Noah sentiu sua chave mágica assumir uma nova forma na fechadura, e virou-a. Não houve ruído, nem o som de nenhum mecanismo, mas Noah não esperava que essa fosse uma porta comum. Ele respirou fundo, e virou-se para olhar seus companheiros, para buscar apoio.

Lassic havia caído diante deles. Assim como a Medusa, os dragões, e incontáveis outros monstros. Não havia nada vivo no planeta que pudesse ameaçá-los, e ainda assim…

Eles estavam nervosos, no limite, oprimidos. Algo esperava além daquela porta. Talvez não imediatamente atrás dela, mas eles sentiram que algo estaria logo à frente deles. Parecia o ar antes de uma tempestade, carregado de estática, pressão e silêncio.

Odin tomou a frente e empurrou a porta. Ela abriu sem fazer ruídos.

A porta levava a uma caverna, porém sem as formações típicas de uma. Era apenas um espaço vazio na pedra. Todos relaxaram. Estava vazia mesmo. A luz mágica de Noah iluminou-a como se a caverna fosse aberta à luz solar, e não haviam lugares para se esconder. Também não havia saída.

Eles fizeram uma busca pela caverna.

Foi Odin quem notou que Alis havia desaparecido. Myau percebeu que o mesmo ocorreu com a porta.

Alis estava caída ao chão de um lugar escuro.

O mundo havia se tornado impenetravelmente escuro à sua volta, como se ela tivesse ficado cega-(Não, não pense nisso novamente. Você não esta cega, cega não, cega não…)- e ela perdeu todo o senso de direção naqueles primeiros e frenéticos minutos enquanto ela rastejava, procurando um leve sinal de luz. Ela chamava por seus amigos, sua voz se tornando cada vez mais estridente e desesperada enquanto eles não respondiam. Ela manejou sua espada na escuridão, e não encontrou nada. E agora ela estava paralisada, com medo de se mover no desconhecido sem seus sentidos para guiá-la.

Mas ela tinha que tentar. Mas ela não conseguia.

O pânico começou a ferver dentro dela. E a tomaria novamente se pensasse sobre suas condições, então ela permaneceu lá deitada -onde? Onde?- tentando não pensar. O pânico a dominaria se ela pensasse, então ela se acalmou, esvaziando sua mente.

Eventualmente, a adrenalina esvaiu-se de seu corpo, o que causou um choque. Ela se sentiu frágil e fraca emocionalmente, mas ao menos já era dona de si, e encolheu-se junto ao chão. Ela esperou, sentindo pena de si mesma, sabendo que isso a ajudaria a se recuperar.

Eventualmente ela se sentiu melhor, e ficou parada pensando.

Nem mesmo Myau com seus sentidos felinos pôde ve-la ou ouví-la. Então ela não estava com eles. Ela havia sido removida. Isso já explicava as trevas, então ela rejeitou a idéia de cegueira, e decidiu não considerar mais essa possibilidade. Noah tinha um bom pensamento sobre nao multiplicar possibilidades. Se uma explicação poderia explicar tudo, então não busque outra. Ela não estava cega. Ponto.

O chão sobre seus pés era estranho, como um vidro rígido, quente, e polido. Não possuía nenhuma textura que ela pudesse sentir, mas também não era escorregadio.

Pronto, ela disse a si mesma. Viu? um solo anormal. Eu fui removida.

Alis se levantou, mas com cautela pois seus músculos ainda estavam abalados, e olhou em volta. Ela também certificou-se de olhar para cima e para baixo, mas não pôde ver nada. Se ela não encontrasse logo algo para olhar, ela sabia que começaria a ter alucinações.

…Quem é você…?

…Você sabe…?

A espada de Alis parecia cantar em sua bainha, o som dela completava a voz sussurante como se seu dono emitisse um silvo. Num movimento, ela virou-se para encarar a voz, duvidando de que seria capaz de ver qualquer coisa.

Mas não. Haviam dois pontos vermelhos, tão escuros quanto carvão em um fogo decadente, cravados nas trevas. Eles não se moviam, nem piscavam, mas Alis imediatamente os interpretou como sendo olhos. Ela deveria ter medo, ela sabia, mas ao invés disso sentiu-se aliviada. Com isso, ela podia lidar. E mais, isso ela podia ver.

…Alis, pobre Alis, negada de seu direito de nascenca…

…você sabe…quem você poderia ser…?

…você sabe…?

Alis preparou sua espada em uma posição defensiva, ouvindo os ecos cortantes da voz morrerem.

“Quem é você?” ela perguntou, percebendo que sua voz não tinha eco.

…quem sou eu…?

…você não consegue ver…?

“Não posso ver nada além de trevas.”

…sim…

Mas não era verdade. Alis podia ver fracos contornos levemente avermelhados em torno dos olhos, sua luz refletindo sulcos brilhantes. Algo como vidro negro, ou…

Algo estalou nas trevas, e os olhos abriram-se mais.

…quitina, Alis pensou. Essa coisa tem uma armadura de quitina, como um inseto. Ela tentou imaginar um inseto grande o suficiente para ter olhos daquele tamanho. Talvez um gafanhoto, mas essa coisa era negra, entao talvez fosse como uma formiga, mas desse tamanho…

Alis deu um passo para trás. A espada pesava em seu braço, mas ela a manteve firme enquanto se movia.

“O que você quer?”

…Eu quero você, Alis…

Alis sentiu um calafrio.

…Lassic era um instrumento falho, louco e paranóico…

…é bom que ele esteja morto…

…você poderia ser muito mais…

“Não.”

…Você poderia reparar o horror que ele causou, reconstruir os mundos…

“Você me trouxe aqui? Onde estou?”

…Você poderia fazer tantas coisas boas, Alis, e eu poderia levá-la ate lá, ao trono. Voce é uma heroína, e é seu direito de nascença. Ninguém pode negá-lo a voce…

“Permita-me questioná-la, Escuridão.” Direito de nascença?

…Oh, eu não sou a escuridão. Ela está perdida em um mundo entre…

“O quê?”

…venha comigo, Alis. Pense em todos os danos que Lassic causou. Quem melhor para restaurá-los…?

Alis queria. Havia tanto a ser feito, e ela poderia fazê-lo, ela sabia, mas essa… fera da escuridão. Ela não podia acreditar que ela a ajudaria. Talvez tenha começado assim com Lassic: Uma gentil e sensata voz, prometendo um reino de paz e abundância.

…Alis…?

Ela podia sentir a voz em sua mente. Era tão sensata, e estava certa, mas…

Ela estava em sua mente, e seus próprios pensamentos ecoaram para ela. Como se os pensamentos fossem peixes, e a voz a corrente.

…Alis! Responda-me, Alis…

E os olhos. Alis olhou para eles, fitando o brilho avermelhado. Nada com aqueles olhos poderia ser bom. Talvez Lassic fosse uma vítima, como Nero.

A voz estava certa, ela poderia fazê-lo, e faria se possível, mas…

“Não com voce.” E dessa vez sua voz ecoou. Sua determinação fez-se notar, e foi refletida de volta ao chocar-se contra muros de pedra.

“Alis!” A voz de Odin.

E lá estavam os muros de pedra. E seus companheiros, sorrindo para ela. Ela se perguntava se eles tinham visto algo do que se passou.

E então suas expressões mudaram, e ela sabia o que eles estavam vendo. Ela sentiu um arrepio, e os olhos vermelho-carvão observando-a às suas costas.

Ela se virou, disposta a lutar.

Não era um inseto.

A espada tremeu em seus dedos frouxos, e suas pernas dobraram-se ligeiramente.

Era um Deus!

Os olhos felinos de Myau viram o movimento antes dos outros. As sombras no canto da câmara estavam se juntando, tomando forma, engrossando.

Duas luzes vermelhas surgiram nas profundezas sombrias, onde os instintos diziam a Myau que nenhuma luz poderia existir. Elas ergueram-se das trevas, puxando-as consigo, como um manto, caíram sobre os contornos de quem o vestia.

A cabeça foi a primeira a erguer-se da poça negra, seus olhos queimando Myau.

Essa coisa não era mortal, ele sabia. Não poderia ser detida, nem derrotada, nem morta.

Eles haviam perdido. Essa coisa permaneceria. Não se pode negar um Deus.

De um poço de trevas, Odin viu surgir um demônio de armadura, lentamente, com a mais absoluta e onipresente majestade. Ele não podia ver sua forma, que se misturava às sombras atrás de si, apenas os olhos, queimando de uma malevolência alienígena, e o brilhante reflexo na sua lustrosa casca movendo-se pelas trevas.

Odin não respirava. Ele estava muito assustado, aterrorizado.

O Chão de pedra brilhou quando seu machado caiu.

O milênio…

Registros foram perdidos, e uma data precisa não era conhecida. Essa coisa se encarregou disso, mas Noah sabia agora.

O milênio…

Em duas ocasiões anteriores, essa criatura atacou Algol. Seu câncer negro era físico e possível de ser combatido. Uma sombra negra e deturpada que rastejava pelo solo, corrompendo tudo em seu caminho. As pessoas temiam o câncer, mas elas lutaram contra ele. A união era um veneno para essa fera tanto quanto a esperança era.

Mas ela aprendeu com suas derrotas. Ela aprendeu o que os Espers sempre souberam. Que o câncer mais efetivo era o da alma.

O milênio. Aqui. Agora. E o que ele podia fazer?

…e o que você pode fazer…?

O mais promissor dos espers, um dos mais poderosos, e ainda jovem, mas contra isso, ele em breve seria um cadáver mesmo que desse seu melhor.

…mesmo que desse seu melhor…

Noah balançou sua cabeca, tentando abafar o eco.

…Não, esper, não há eco… Voce está confuso…

Ele estava confuso, e impotente. Que esperanças ele poderia ter de confrontar essa coisa?

…que esperanças voce teria de me confrontar…?

Que esperança havia para Algol?

Noah viu Alis, jogada ao chão, Odin paralisado de medo, e Myau petrificado, com os olhos arregalados.

Que esperança eu tenho de confrontar essa criatura sozinho?

…contra mim…?

Mais uma vez, não havia…

Não, esper, não há eco… sua mente está lhe pregando uma peça…

Noah ouviu um som, foi como um movimento do ar. Ele olhou para cima, e viu a forma negra avançar em sua direção, viu a luz refletir-se em uma garra brilhante.

Esperança e união, despedaçadas antes que a luta sequer começasse, as peças espalhadas pelo chão, perdidas para o medo.

…Sim, esper, tenha medo de mim…

Noah olhou nos olhos da criatura, sentindo a pressão dos olhos dela nos seus.

“Não.”

A fera rugiu e atacou.

Noah também se moveu, mas a fera era veloz. Sua garra atravessou o cabelo de Noah, o suficiente para atrapalhar seu movimento de esquiva. Noah conjurou sua melhor magia defensiva, sentindo a criatura hesitar quando sua garra ficou presa no meio da barreira mágica. Ele se jogou e rolou, mas não era um bom lutador. Ficou desorientado. Onde estava…

É inútil! Sou um DEUS, mortal! O que você poderia fazer contra meu poder?

Noah se desviou novamente, e sentiu a rocha quebrar-se assim que se moveu. Era inútil, essa coisa era um Deus. O que ele poderia fazer contra seu poder?

Você não pode resistir a mim!

Ele não podia resistir. Por quê tentar?

…por quê tentar?

A criatura pegou Noah pelas costas. Ou tentou.

Faíscas explodiram na magia de defesa do esper e a criatura rugiu. Noah foi ao chão, com suas mãos cobrindo desesperadamente seus ouvidos.

Voce ousa desafiar um Deus?

Não, não um Deus, pensou Noah. Olhe para ele, derrotado pela defesa de um esper. Não um Deus. Acredite nisso, atenha-se a essa verdade. Não um Deus…

Noah ergueu os olhos e viu os cabelos castanho/dourados.

Alis…

Ela havia sucumbido aos sussurros. Mesmo ele, Noah, foi quase vencido, mas ele não podia lutar sozinho. As mentiras da fera podiam ser vencidas. Ele as venceu, mas ele foi treinado para isso.

Não um Deus…

Noah correu, temendo que o próximo golpe despedaçasse sua magia, e o esmagasse no chão de pedra. Ele sentiu os olhos raivosos às suas costas, sentiu o ar mover-se quando o volumoso corpo rumou em direção a ele, mas Noah alcançou Alis. Ele a alcançou, segurou-a pelos cabelos e ergueu sua cabeça, para que ela fitasse os olhos da fera.

“Olhe para seu Deus, Alis!”

A besta ia alcançá-los com suas garras afiadas como cristal quando Noah soltou seu encantamento.

Um raio em forma de lança cortou o ar. Ele atingiu a fera bem no meio de suas garras, espalhando-se, superaquecendo e rachando sua armadura. O braço tremeu enquanto o raio o atravessava, libertando-se em uma nuvem de fumaça no ombro da criatura.

“Olhe para ela!”

Alis viu.

Alis viu, e o medo abandonou sua mente. Essa coisa podia ser morta, e era sua inimiga.

Se funcionar, funcionou. Noah não tinha tempo para conferir. Ele fugiu da fera, que recuou um pouco, criando alguma distância. Encantamentos corriam por sua mente. Ele tinha que manter a criatura desequilibrada, tentando se defender, para dar tempo a Alis.

Ele lançou outra magia sem olhar. Era mais uma distração do que qualquer outra coisa, mas ele estava sem fôlego e não conseguia se concentrar. Com sorte, a fera se desorientaria.

Um tubo de vento chocou-se contra o braço não machucado da fera, sem causar danos, mas o impacto a empurrou. Noah não viu, mas pôde ouvir o rugido. Raiva, frustração, mas nada de dor ainda. Levante-se, seja forte. Lute, droga.

Alis sentiu a espada em sua mão, o punho de couro quente a seu toque.

Nero…

Se Alis era uma vítima, também, se Lassic tambem foi corrompido por essa fera como ela, então Nero ainda nao havia sido vingado. Lassic era só uma marionete. A fera era a causadora de tudo.

Ela a ouviu rugir de raiva.

Sua espada arranhou o chão de pedra enquanto ela se levantava, com os olhos queimando.

“Vou distraí-lo! Pegue Odin!”

Noah interrompeu seu movimento, ficando levemente agachado com uma mão tocando o solo, em busca de equilíbrio. A criatura não estava buscando por Alis, mas por Odin, mas ela viu Alis primeiro, e as farpas de quitina de suas garras passaram rente à cabeça de Alis.

Odin estava próximo a uma parede. Noah correu até ele, com seu manto tremulando ao ar. Ele viu o olhar assustado de Odin, e não parou. Reunindo todas as suas forças, Noah socou o no queixo.

Os olhos de Odin assumiram um aspecto raivoso. Noah os encarou com uma expressao de desgosto e apontou para o combate.

“Olhe para ela,” ele disse. “Lutando por todos nós. O que voce vai fazer a respeito disso, seu covarde?”

Sim, Odin, um covarde é o que voce é. Eu sou um Deus Odin! Tenha medo de mim!

Odin ouviu a voz como algo alienígena pela primeira vez, e não como se fosse sua. Ele viu Alis, mais forte do que ela jamais havia sido, mas ainda fraca comparada a ele. Ele viu o enorme corpo da fera crescer sobre ela.

O foco de seus olhos mudou, e lá estava seu machado, próximo ao lugar onde ele o havia largado. Suas mãos apossaram-se de seu cabo.

Noah ouviu Alis gritar. Ele não podia ver Myau, mas não dava tempo. Alis estava lutando sem magias defensivas. Ela precisava dele agora. Três teriam que ser o suficiente.

Virando-se, ele lançou outro raio na direção da fera.

A besta rugiu quando o raio a acertou. O raio espalhou-se e perdeu a força devido a distância, mas atingiu o braço ferido, queimando a carne agora exposta. Haviam três deles agora, e a caverna era pouco espaçosa. a criatura precisava recuar, curar-se, por sua magia em ação.

Os sussurros pararam.

Alis afastou-se da fera, e a fera se afastou dela. Ela não queria parar, mas precisava do apoio de seus amigos para continuar lutando.

Odin correu em direção a ela, com o machado em punho, com os olhos vigilantes para movimentos súbitos da criatura.

Noah uniu-se a eles, com magias prontas nas pontas de seus dedos, sabendo o que a fera estava preparando, mas aguardando pelo último do grupo.

E Myau, livre dos sussurros, olhou para seus amigos e viu-os lutando juntos contra uma fera diante da qual ele se acovardou. E ele jurou que isso não aconteceria novamente.

A fera afastou-se dos quatro, chiando como um gato encurralado. Seu braço preenchia-se de nova carne, a fera se restaurava.

Ela tentou novamente…

Vocês ousam me desafiar? Eu sou seu Deus! Vocês não tem esperança, nem futuro. Eu vou destruir vocês como destruiria a uma mosca.

…mas a voz era estridente, desesperada e falsa em suas mentes descrentes.

Alis cerrou as mãos no punho da espada.

Por Nero, ela pensou ao ouvir os já quase imperceptíveis sussurros. E talvez até por Lassic.

Lassic se ajoelhou diante de MIM! Voce mal pode derrotá-lo, e eu sou o DEUS dele!

Odin sentiu o peso confortável de seu machado, que ele sofreu tanto para conseguir.

Pelos meses em que estive petrificado, ele pensou. Pelo quão proximo estive de ficar assim pela eternidade.

Você deve obedecer! Você não pode me desafiar!

Noah conhecia a história, sabia o que essa criatura considerava como seu maior rival, e sabia o que ela havia tentado fazer durante sua segunda aparição, há mil anos atrás.

Pelo antigo genocídio dos espers. Por nos conduzir a um mundo alienígena. Por todo o cabelo azul manchado de sangue.

Partam, agora, e eu os pouparei.

Myau sorriu. Foi seu sorriso amigável, mas aparentemente o fato de seus afiados dentes aparecerem assustava as pessoas, algo de que ele tirava vantagem.

Por diversão.

Pela vida de um planeta.

Pelo futuro de tudo.

Eles atacaram.

Texto original: http://www.phantasy-star.net/fanfics/fagin/corrupt.html

fanworks/fanfictions/fic-005.txt · Última modificação: 2009/01/13 11:58 (edição externa)

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