A GAZETA DE ALGOL

"O morto do necrotério Guaron ressuscitou! Que medo!"

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Caixa de Pandora

Olá malditos insetos, cá estou novamente à digitar novas bobagens nesta espelunca. É para mim, cada vez mais impressionante como esse site cresce, parece cria de coelho. Ouvindo as rádios terráqueos e vendo o contador de visitas da Gazeta tenho noção do mau gosta deste povo asqueroso.

Copa do mundo, E3, eleições presidenciais… tanta coisa legal acontecendo… e eu aqui, preso nesta caixa estúpida, escrevendo esta péssima coluna numa demonstração de submissão ao Orakio, tal qual o Rubens Barrichello à Ferrari. Mas continuo, pois pelo menos aqui eu tenho alguma importância, mesmo que miserável, ao contrário de no PS On-Line. Acreditem, estive lá por horas e ninguém, isso mesmo, nenhuma viva alma, nem um hunterzinho sequer me reconheceu, nenhuma criança me pediu autógrafo ou fugiu de mim. A decadência de imagem parte o coração de qualquer um. Só me resta continuar a minha saga de falar sobre o meu assunto favorito: Vilões, meus amados vilões, pessoas de atitudes, muitas vezes mal interpretados. E para esta nova coluna escolhi um amigo de velhos tempos, meu colega de turma na faculdade de medicina em uma outra época de minha existência, estou falando do fabuloso Dr. Mad.

Sem dúvida, depois de mim é claro, este é o ser mais inteligente de Algol, merecia um Nobel. Uma mente genial que nunca foi realmente compreendida. Trabalhou nos melhores laboratórios de vários planetas, e inclusive aqui na Terra, ele passou três meses na NASA, mas lembrem-se, esta informação é confidencial. É o idealizador de várias pesquisas, dentre elas a clonagem, que só passou a ser usada 1000 anos depois em Motávia, e um sistema de controle climático através de um computador, mais uma idéia que chegou as vias de fato. É claro que seu nome não está ligado a nenhum desses projetos, pois os poderosos trataram de creditar pessoas de renome político, nunca iriam bajular um “inimigo da sociedade.” Meus amigos, vocês estão longe de conhecer a verdade…

Bom, Dr. Mad tinha residência em Albion, onde iniciava uma experiência com animais. Por uma incrível coincidência do destino tinha em seu poder um pote laconiano, um item desejado por aquele grupo de patifes liderado pela Mocréia. Agora veja bem, estava Mad em seu laboratório trabalhando, quieto, sem nunca ter cometido um assassinato, os naturalistas podem içar suas bandeiras de protesto, mas caros terráqueos, julgam assassinos os seus cientistas, que em nome do desenvolvimento, e na busca de cura para cóleras humanas sacrificam ratos e macacos? NÃO, CLARO QUE NÃO vocês os chamam de heróis, então voltemos.

Lá estava ele em seus afazeres, quando a Mocréia, o Pulguento, o Paquito e o Santinho invadem a sala com suas armas em punho, é claro que o infeliz doutor se assustou e tentou se defender, mas coma é um homem de estudos e não de guerra, foi impiedosamente assassinado, e tudo isso por um pote, um maldito pote. Aqueles falsos heróis interromperam o andamento da ciência, provavelmente a descoberta de um bálsamo, por pura vaidade e arrogância, em nenhum momento eles tentaram negociar, alegam que o Mad ameaçou o Myau. Ora, como cientista, quando ele viu aquela aberração da natureza, tentou pegá-lo para estudo, mas nem por isso ele partiu para o ataque, não, ele pediu educadamente como o culto que era. E não foi a primeira vez que isso aconteceu, eles também mataram a Medusa, como falado na reportagem anterior, por puro egocentrismo, só para roubar um machado que não era melhor do que a pistola laser do paquito.

Agora, dito isso, eu pergunto a vocês meus imprestáveis leitores, quem são os verdadeiros assassinos?

É, espero poder encontrar vocês na próxima coluna aqui na caixa. Se tiverem sugestões e elogios a fazer mandem um e-mail para o idiota do rulakir, mas aqui vai um aviso, não mandem críticas, ou vão se arrepender Ah Ah Ah Ah Ah .

colunas/caixa_de_pandora/pandora_002.txt · Última modificação: 2009/01/13 11:58 (edição externa)

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